E ASSIM SE FEZ LUZ

A iluminação faz de casa a nossa casa. Um sítio aonde se quer chegar, um sítio onde se quer ficar. Precisamos dela para tudo: para acabar de ler aquele livro, para aquele jantar à moda da casa, para aquele domingo no sofá, para acordar e até para dormir. E, de repente, faz-se luz: haverá um candeeiro que nos acolha tanto como um inverno escondido numa manta?
No quarto, meia-luz ou luz quente. Sempre. Porque o sono pede e manda, claro. Complementem um candeeiro suspenso com luzes de cabeceira – iguais ou diferentes, uma para cada lado da cama, para os sonos que se desencontram. E lembrem-se: nunca é demasiado tarde para querer uma luz de presença.

No sofá, candeeiro de pé, candeeiro presente. Nunca demasiado forte, porque as leituras também se querem na calma.


Na secretária ou na mesa, candeeiros que acolhe as conversas no sofá, os domingos à tarde, as tarefas que ficaram por concluir.




No teto, candeeiro suspenso para estilo em suspense: não há elemento que marque mais a decoração do que este.


Cortinas luminosas não têm de ser exclusivas do seu desígnio: enroladas numa estante, numa prateleira, ou escondidas numa jarra ou numa garrafa, e a vossa casa fica um sítio melhor. Prometemos.


E no fim, claro, as velas. Haverá melhor do que elas?



